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O que são as agroflorestas?

A integração da floresta com as culturas agrícolas e com a pecuária oferece uma alternativa para enfrentar os problemas crônicos de degradação ambiental generalizada

Sistemas agroflorestais são formas de uso ou manejo da terra, nos quais se combinam espécies arbóreas (frutíferas e/ou madeireiras) com cultivos agrícolas e/ou criação de animais, de forma simultânea ou em sequência temporal, promovendo benefícios econômicos e ecológicos. Entre as principais vantagens dos sistemas agroflorestais ou agroflorestas, a fácil recuperação da fertilidade dos solos, o fornecimento de adubos verdes e o controle de ervas daninhas. Quem quiser ter uma vivência desse tipo de cultivo pode participar do mutirão com o consultor Namastê Messerschmidt, que o Tulasi Mercado Orgânico promove nos próximos dias 16 e 17, em Glória do Goitá – informações pelos telefones (81) 3072-8212 ou 3223-5854 e/ou WhatsApp número (81) 999730910.

Quem quiser ter uma vivência desse tipo de cultivo pode participar do mutirão com Namastê Messerschmidt, promovido pelo Tulasi

A integração da floresta com as culturas agrícolas e com a pecuária oferece uma alternativa para enfrentar os problemas crônicos de degradação ambiental generalizada e ainda reduz o risco de perda de produção. A combinação desses fatores encaixa as agroflorestas no modelo de agricultura sustentável.

Existem quatro tipos de sistemas agroflorestais: 1) os agrossilviculturais – combinam árvores com cultivos agrícolas anuais; os agrossilvipastoris – combinam árvores com cultivos agrícolas e animais; os silvipastoris – combinam árvores e pastagens (animais); e os de enriquecimento de capoeiras com espécies de importância econômica.

Esses sistemas trazem uma série de vantagens econômicas e ambientais, como redução nos custos de implantação e manutenção; diversificação da produção aumentando a renda familiar, assim como a melhoria na alimentação; melhoria na estrutura e fertilidade do solo devido à presença de árvores que atuam na ciclagem de nutrientes; aumento da diversidade de espécies; e recuperação de áreas degradadas.

Fonte:

CI Florestas – Centro de Inteligência em Florestas – http://www.ciflorestas.com.br/texto.php?p=sistemas

 

 

 

 

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